segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Estereótipos da mulher negra por Nátaly Neri

Descrição para cegos: frame do vídeo. Nele Nátaly está no centro do palco e a frente dela uma plateia. No fundo, aparecem projeções de fotos dela ao lado de desenho de mulher elaborado com motivos tribais e o nome TEDxSãoPaulo.

Em vídeo publicado no canal TEDx Talks, a estudante de Ciências Sociais e criadora do canal Afro e Afins, Nátaly Neri, fala de sua vivência como mulher negra. A palestra aconteceu durante o evento TEDxSãoPaulo Mulheres que Inspiram. No vídeo, Nátaly aborda temas como preconceito, racismo e os estereótipos que são impostos às mulheres negras e o quanto eles prejudicam na aceitação de seus corpos. Para assistir, clique aqui. (Taísa Fervie)   

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Eugenia racial no Brasil e racismo estrutural


Descrição para cegos: imagem capturada do vídeo, onde aparece Ad Junior e, ao seu lado, a capa do livro “The inequality of human race”, de Arthur de Gobineau. 


Você sabia que o racismo já foi apoiado pela ciência e que existiram no Brasil políticas eugenistas que visavam “embranquecer” o país? O jornalista e ativista do movimento negro AD Junior fala sobre isso em seu canal no Youtube, o Des-coloniza-ndo. O vídeo Entendendo o Racismo Estrutural e a Eugenia no Brasil mostra como as políticas raciais brasileiras beberam na fonte de estudos eugenistas, como os de Arthur de Gobineau. Fala também sobre como isso colaborou para a marginalização dos negros. Assista ao vídeo completo aqui. (Luana Silva)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Jogo conta histórias do povo indígena Huni Kuin


Descrição para cegos: página inicial do jogo. Nela se destaca um tronco de árvore no meio da floresta. No centro aparece o desenho de uma jiboia pronta para dar um bote, no estilo da tribo, e o nome do jogo “Huni Kuin”. 

Por Taísa Fervie

Huni Kuin: Yube Baitana (os caminhos da jiboia) é um jogo eletrônico que retrata a cultura do povo Huni Kuin (Kaxinawá), que habita a região do Rio Jordão, no Acre. O projeto foi desenvolvido de forma colaborativa por antropólogos, programadores, artistas e indígenas do povo Kaxinawá.
Nele, um casal de gêmeos, um jovem caçador e uma pequena artesã são concebidos em sonhos pela jiboia Yube. Eles buscam ultrapassar desafios para se tornarem respectivamente um curandeiro e uma mestra dos desenhos. Ao alcançarem seus objetivos, terão obtido conhecimentos de seus ancestrais, dos animais, das plantas e dos espíritos.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Cimi divulga relatório com dados sobre violência

Descrição para cegos: capa do relatório. Nela,  aparecem vários índios observando outro índio cavar um buraco, todos com expressão triste. Acima, lê-se o nome do relatório.


Em outubro, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), divulgou o relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, com dados referentes a 2016. Nele, o Cimi apresenta informações e estatísticas sobre as violações sofridas pelos povos indígenas nesse período, como assassinatos, lesões corporais dolosas, racismo e discriminação étnico cultural, agressões contra o patrimônio, abuso de poder e omissão do poder público. Para ver esses e outros dados do relatório, acesse o arquivo neste link. (Taísa Fervie)

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Povos indígenas: 10 anos da Declaração da ONU


Descrição para cegos: foto de um índio com o rosto pintado, usando adereços. Em seu ombro, ele carrega um pedaço de pau onde uma arara está pousada. 


Em um artigo publicado no site Justificando, a advogada Adriane Secco fala como estão os indígenas no Brasil após 10 anos de Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas. A autora destaca que, mesmo com esse documento e outros tratados, os índios continuam tendo seus direitos desconsiderados pelo poder público: o acesso a políticas públicas básicas ainda é restrito e seus territórios são tomados até sem consulta ou audiência pública para ouvi-los. Leia o artigo completo aqui. (Luana Silva) 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Kunumi MC - rapper, escritor e ativista indígena

Descrição para cegos: foto de Kunumi em uma floresta, usando um cocar e colares indígenas. Na parte esquerda da imagem, aparece o rosto dele desfocado. No centro, seu nome e título da música “O Kunumi Chegou”.

Por Taísa Fervie

Rapper, escritor e ativista das causas e direitos indígenas, o adolescente Werá Jeguaka Mirim é da aldeia Krukutu, zona sul de São Paulo. De etnia guarani m’byá, usa o nome artístico Kunumi MC.
        Ainda na infância, Kunumi publicou dois livros. O primeiro, Kunumi Guarani, narra sobre sua casa, brincadeiras e o seu dia a dia na aldeia. Já nos Contos dos Curumins Guarani, ele apresenta oito histórias que retratam um pouco do modo de vida do povo guarani.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Canal no YouTube destaca a beleza negra

Descrição para cegos: foto da capa de um dos vídeos de Tássio. Nela, ele está passando uma base mais clara que a cor de sua pele e abaixo, lê-se: “piores bases para pele negra”.

Por Taísa Fervie

Tássio Santos é Jornalista e maquiador baiano. Estudou Jornalismo na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e durante este período realizou um intercâmbio em Bragança, Portugal. Pouco tempo depois, estudou no Make-Up Atelier Paris, na França, onde se formou como maquiador. Em 2014 criou o canal no YouTube Herdeira da Beleza que produz conteúdos voltados para a beleza negra e aborda temas relacionados a população negra como racismo e empoderamento. Entrevistei Tássio sobre o seu projeto.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

A guerra racial ao povo negro

Descrição para cegos: foto mostra parte do corpo de uma mulher negra, onde é possível ver o colo e as mãos. Ela está usando trajes brancos, um colar de contas, anéis e um bracelete, típicos de religiões de matriz africana. 

Um artigo publicado no Le Monde Diplomatique Brasil, intitulado A guerra racial de alta letalidade mostra como o racismo é enraizado na sociedade brasileira. O texto é de autoria de Willians Santos, doutor em Ciências Sociais. O autor faz uma relação entre a guerra às drogas, o encarceramento e genocídio do povo negro. Aborda também como a mídia e o Estado mostram os negros como pessoas potencialmente perigosas e usam a crise da segurança pública para legitimar a truculência policial nas periferias. Leia o artigo aqui. (Luana Silva) 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Infopreta: informática para mulheres negras


Descrição para cegos: foto de Buh D'Angelo sorrindo, consertando um computador em seu escritório. É possível ver alguns fios, extensões de energia e notebooks ligados. 
Por Luana Silva

        A Infopreta é uma empresa de manutenção e informática criada por mulheres negras que presta serviços exclusivamente para outras mulheres negras. Foi fundada há cinco anos, em São Paulo, pela estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Bruna D’Angelo, conhecida como “Buh”. O objetivo do empreendimento é combater a desigualdade, especialmente na área de Tecnologia da Informação.
        O mercado de TI é composto em sua maioria por homens e as mulheres, principalmente as negras, encontram dificuldades para conseguir trabalho. Bruna D’Angelo sentiu isso na pele: desde os 16 anos estuda Tecnologia da Informação, com certificados em Automação Industrial, Manutenção, Eletrônica e Robótica, mas ainda assim, faltavam-lhe oportunidades na área. Diante disso, ela teve a ideia de criar a Infopreta, para se inserir no mercado e ajudar outras mulheres negras.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Professor da USP fala do grupo de MPB Os Tincoãs

Descrição para cegos: capa de LP do trio Os Tincoãs. Nela estão os 3 integrantes cantando, sendo que um deles está tocando conga e outro, violão. Acima, lê-se o nome do grupo.

Os Tincoãs foi um grupo de música afro-brasileira formado no início dos anos 60. Nas letras e melodias, era marcante a presença das suas origens étnicas e das religiões de matriz africana, enaltecendo a cultura vinda dos povos africanos e, com isso, enriquecendo e influenciando a MPB com canções como Cordeiro de Nanã e Deixa a Gira Girar. O professor Ricardo Alexino Ferreira, da Universidade de São Paulo, em entrevista à Rádio USP, falou sobre o grupo musical. Ouça aqui. (Taísa Fervie)